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Bandeira Vermelha: e agora?

  • Foto do escritor: Rodrigo C. Pupo
    Rodrigo C. Pupo
  • 26 de jun. de 2025
  • 1 min de leitura

Desde o começo de junho, está em vigor a bandeira vermelha patamar 1. Isto significa que, para cada 100kwh consumidos, haverá um acréscimo de R$ 4,46 na conta de energia.


O motivo da adoção da bandeira vermelha é a chegada do período de estiagem, quando o nível dos reservatórios abaixa devido ao baixo volume de chuvas, e torna-se necessário o acionamento das usinas termoelétricas, que são mais caras e mais poluentes.


Esta é uma situação recorrente de uns anos para cá, mas o impacto do período de estiagem no fornecimento de energia seria menor, ou praticamente inexistente, se o poder público investisse maciçamente em fontes de energia sustentáveis, como a solar e a eólica, o que não acontece por uma série de fatores, principalmente políticos.


O que fazer neste caso, então? Para evitar que esse aumento na conta pese ainda mais no já apertado orçamento do brasileiro, devemos nos conscientizar que a economia, por menor que seja, faz diferença no final do mês. Por isso, a adoção de medidas simples, como desligar o chuveiro ao se ensaboar, reduzir o tempo de banho, apagar a luz em locais desocupados, desligar equipamentos que não precisam ficar na tomada e aproveitar ao máximo a luz natural vai ajudar bastante no processo.


Enquanto não houver realmente uma política de investimento e incentivo ao uso de fontes de energia limpa e sustentável, de modo a diversificar nossa matriz energética e diminuir a dependência da hidrelétrica, resta-nos buscar alternativas que compensem de alguma forma esse aumento.

 
 
 

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